quarta-feira, 14 de maio de 2008

Patrulha Volare ao Resgate

Na sexta-feira meu pai sofreu um acidente de trabalho em São Paulo. Minha mãe ficou desesperada por ele estar longe e sem ninguém da família por perto. Consegui ligar no celular dele e foi ele mesmo quem atendeu, me aliviou um pouco saber que estava bem, consciente e conversando.

No sábado de manhã às 7hs minha mãe e minha tia já estavam no hospital municipal tentando transferir meu pai para cá, eram 9hs quando eu apareci lá e falei com elas, e nada! Elas estavam sentadas esperando a vontade do funcionário público todo esse tempo. E minha mãe desesperada ainda sem notícias. Peguei o celular e liguei pro meu pai, ele atendeu e disse que estava medicado mas sem saber se precisaria de cirurgia ou não, depois dessa ligação ele ficou sem bateria no celular. Desliguei e minha mãe começou a chorar. Aí não agüentei, foi então que começou a Saga ao Resgate do Seu Célio. Fui falar com o a pessoa que estava cuidando da transferência, falei com a assistente Social, Secretária de Saúde, o “chefe” do meu pai, Hospital de São Paulo, a Paty entrou no meio da negociação, a Angel envolveu o João, que com seus contatos falou com prefeito, vereadores, ex-prefeito, médicos, etc.... O Hospital deixou a assistente social trabalhando o sábado todo apenas para resolver o problema. Tudo isso acontecendo e eu e a Angel trabalhando na loja, que estava cheia por ser véspera do dia das mães. Eu ainda estava com cólicas, com resfriado e com tosse, afffe!! Atendemos até às 18hs, foi quando a assistente social ligou dizendo que havia conseguido a transferência do meu pai. Avisei minha mãe que ficou aliviada com a notícia.

Às 21hs passei pegar ela para irmos esperar meu pai chegar na Santa Casa de Limeira, ficamos esperando, esperando, esperando... ela, eu, Ciro e o Arthur que estava com a corda toda, brincando e correndo por todo lado, não parava, ainda bem que o setor de ortopedia estava vazio... Fazia um frio terrível. Ele finalmente chegou à 1:30hs da manhã. Na medida do possível ele estava bem, quebrou o braço direito, a perna esquerda, e levou 50 pontos no tornozelo direito. O Arthur entrou para conversar com o vovô, que ficou feliz em vê-lo. Ficamos por lá até minha mãe resolver mais algumas coisas de internação, sei que voltamos para casa eram quase 3hs.

No domingo fomos visitá-lo no hospital, e na segunda ele fez uma cirurgia na perna para colocar pinos. Ele ficou no centro cirúrgico das 13:45hs até às 20:00hs, e minha mãe esperando do lado de fora sem notícias... Eu estava lá esperando ele sair, pedi para um médico que estava entrando no centro cirúrgico se podia me dar notícias, ele disse que ia verificar e já voltava para me dar a informação.... uma hora depois meu pai saiu e nem sinal do médico voltar para me dar a resposta.... Ai, ai... Hospital Público! Na terça ele recebeu alta, e finalmente está em casa.

Agora está tudo bem. Eu não estou trabalhando esses dias. Meu pai está todo quebrado e minha mãe está tendo que cuidar dele. Então por enquanto eu fico com o Arthur, a gente estava precisando desse tempo só para nós dois. EU me divirto com ele, é uma figura esse garotinho, a gente brinca de esconder, de rolar no chão, assistimos desenhos, visitamos o vovô, passeamos de carro, delícia, amo, amo, amo!

Logo vovô ficará bem de vez e tudo voltará ao normal.

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quarta-feira, 14 de maio de 2008

Patrulha Volare ao Resgate

Na sexta-feira meu pai sofreu um acidente de trabalho em São Paulo. Minha mãe ficou desesperada por ele estar longe e sem ninguém da família por perto. Consegui ligar no celular dele e foi ele mesmo quem atendeu, me aliviou um pouco saber que estava bem, consciente e conversando.

No sábado de manhã às 7hs minha mãe e minha tia já estavam no hospital municipal tentando transferir meu pai para cá, eram 9hs quando eu apareci lá e falei com elas, e nada! Elas estavam sentadas esperando a vontade do funcionário público todo esse tempo. E minha mãe desesperada ainda sem notícias. Peguei o celular e liguei pro meu pai, ele atendeu e disse que estava medicado mas sem saber se precisaria de cirurgia ou não, depois dessa ligação ele ficou sem bateria no celular. Desliguei e minha mãe começou a chorar. Aí não agüentei, foi então que começou a Saga ao Resgate do Seu Célio. Fui falar com o a pessoa que estava cuidando da transferência, falei com a assistente Social, Secretária de Saúde, o “chefe” do meu pai, Hospital de São Paulo, a Paty entrou no meio da negociação, a Angel envolveu o João, que com seus contatos falou com prefeito, vereadores, ex-prefeito, médicos, etc.... O Hospital deixou a assistente social trabalhando o sábado todo apenas para resolver o problema. Tudo isso acontecendo e eu e a Angel trabalhando na loja, que estava cheia por ser véspera do dia das mães. Eu ainda estava com cólicas, com resfriado e com tosse, afffe!! Atendemos até às 18hs, foi quando a assistente social ligou dizendo que havia conseguido a transferência do meu pai. Avisei minha mãe que ficou aliviada com a notícia.

Às 21hs passei pegar ela para irmos esperar meu pai chegar na Santa Casa de Limeira, ficamos esperando, esperando, esperando... ela, eu, Ciro e o Arthur que estava com a corda toda, brincando e correndo por todo lado, não parava, ainda bem que o setor de ortopedia estava vazio... Fazia um frio terrível. Ele finalmente chegou à 1:30hs da manhã. Na medida do possível ele estava bem, quebrou o braço direito, a perna esquerda, e levou 50 pontos no tornozelo direito. O Arthur entrou para conversar com o vovô, que ficou feliz em vê-lo. Ficamos por lá até minha mãe resolver mais algumas coisas de internação, sei que voltamos para casa eram quase 3hs.

No domingo fomos visitá-lo no hospital, e na segunda ele fez uma cirurgia na perna para colocar pinos. Ele ficou no centro cirúrgico das 13:45hs até às 20:00hs, e minha mãe esperando do lado de fora sem notícias... Eu estava lá esperando ele sair, pedi para um médico que estava entrando no centro cirúrgico se podia me dar notícias, ele disse que ia verificar e já voltava para me dar a informação.... uma hora depois meu pai saiu e nem sinal do médico voltar para me dar a resposta.... Ai, ai... Hospital Público! Na terça ele recebeu alta, e finalmente está em casa.

Agora está tudo bem. Eu não estou trabalhando esses dias. Meu pai está todo quebrado e minha mãe está tendo que cuidar dele. Então por enquanto eu fico com o Arthur, a gente estava precisando desse tempo só para nós dois. EU me divirto com ele, é uma figura esse garotinho, a gente brinca de esconder, de rolar no chão, assistimos desenhos, visitamos o vovô, passeamos de carro, delícia, amo, amo, amo!

Logo vovô ficará bem de vez e tudo voltará ao normal.

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